Music, Eva Paris Cicinyte and The Road Ahead

Eva Paris Cicinyte and The Road Ahead

Eva Paris Cicinyte é uma atriz e produtora canadiana que começou a sua carreira em filmes com 21 anos de idade, com a conquista de papeis principais em filmes como My Daughter Must Live (2014), com o papel de Madeline Martin (a estrela de um programa de Tv Californiano) e Deadly Voltage (2015) na Lifetime.  Em 2017, a sua carreira continuou com o seu primeiro papel recorrente numa série televisiva chamada Switch, com a vencedora de um Óscar, Olympia Dukakis e a vencedora de um Emmy, Cady McClain. A série obteve reconhecimento global ao vencer o seu 15º prémio a nível mundial. Em 2018, Eva avançou a sua carreira no cinema ao produzir um documentário com o nome Seeing is Believing: Women Direct, dirigido por Cady McClain, que já venceu o Audience Award para Best Feauture np SOHO International Film Festival em Nova Iorque, e o Jury Award na categoria de melhor documentário no Newport Beach Film Festival.

Agora, aos 27 anos, uma antiga dançarina profissional de dança de salão, Cicinyte, dirige a sua própria empresa de entretenimento, e está aqui para nos falar do seu novo papel principal, num novo filme The Road Ahead, assim como também nos permite ver a sua vida mais de perto.

Luso Life: Podes falar-nos mais sobre a tua personahem em The Road Ahead, o filme é sobre quê?

Eva Paris Cicinyte: The Road Ahead é uma fabula contemporânea sobre amor num mundo acelerado de problemas, onde tenho a personagem Mia Griffon. Mia Griffon é uma recém-casada, que dedicou todo o seu tempo a um emprego que detesta, enquanto a sua vida pessoal começa a desmoronar-se. Contudo, tudo muda quando é diagnosticada com cancro no pâncreas, forçando-a a reconsiderar a verdadeira importância do tempo, e o propósito da existência de cada um. Assim, enquanto luta com a noção de possivelmente ter de enfrentar a morte, Mia Griffin e o seu marido, Liam Griffon decidem desistir dos seus empregos, viajar pelo país, ver a natureza em todos os seus estados, enquanto se dedicam um ao outro, comprometem-se com os ideais de amor, espiritualidade e paixão.

Paradoxalmente, não aprendem a viver até que a vida não exista mais nos seus futuros.

LL: Quando descobriste que irias interpretar o teu primeiro papel principal num filme, qual foi a tua reação inicial?

EPC: Foi um misto de emoções. Claro que me senti muito feliz, logo que li o guião pela primeira vez. Imediatamente, revi-me na personagem da Mia na forma como ela escolheu priorizar a sua vida; uma vez que também eu, já me encontrei a descuidar o significado da minha, ao focar-me em certos compromissos que não enriquecem necessariamente o valor geral da minha vida. No inicio também existiram alguns momentos de medo, onde questionei as minhas capacidades como atriz, uma vez que a história se baseia em eventos verídicos, certamente senti uma pressão imediata, retratar a história desta pessoa de uma forma que fosse idêntica a como se lembraria. No entanto, o sentimento de auto dúvida desvaneceu-se depressa assim que comecei a trabalhar, foquei-me num sonho que se estava a tornar realidade, o que foi muito mais divertido.

LL: Até agora, qual foi a tua maior conquista como atriz?

EPC: Até agora a minha maior conquista como atriz tem sido aprender a aplicar a capacidade de estar presente nas minhas interações diárias com os outros. Costumava ver-me a ocupar a mente a tentar formar uma resposta enquanto a outra pessoa falava, sem estar realmente a ouvir aquilo que tentavam transmitir. No entanto, através da representação, fui capaz de aprender, que o mais elevado nível de comunicação só se consegue com uma escuta ativa, e confiar que a resposta mais honesta virá até ti quando for altura de responder, se simplesmente te focares em permitir que aquele momento de verdade te afete.

LL: Se fosses para dar um conselho a alguém que está a pensar perseguir os seus sonhos, o que dirias?

EPC: Um conselho que daria é para se focarem em encontrar conforto em saber que leva muito tempo até nos sentirmos nós próprios. No entanto, tens de ser rígido contigo próprio até teres esse objetivo nobre, que te dará o maior sentimento de propósito. Quando finalmente o fizeres, lembra-te de não caíres na armadilha de temer demasiado o desconhecido no que o futuro reserva, já que o momento mais assustador é conhecido como aquele que antecede o começo. Afinal, a vida é demasiado frágil e tu deves a ti mesmo, encontrar a coragem para procurar aquilo que te faz sentir vivo. Nas palavras do famoso filosofo, Marcus T. Cicero, “perderemos sempre mais por uma indecisão do que por uma escolha errada”. Por isso, enfrenta o mundo, e faz de ti alguma coisa, o mundo é teu.

LL: Quando e onde é que a audiência pode ver-te em The Road Ahead?

EPC: O filme sairá em setembro e estará disponível em várias plataformas no Norte da América. Vamos anunciar em breve, fiquem atentos!

northfilmco.com/theroadahead

PHOTOS: LANE DORSEY

The Road Ahead still
The Road Ahead still

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